Essa semana foi lançado o edital para uma das obras mais aguardadas da história: o túnel que vai ligar Santos ao Guarujá, um projeto de mais de R$ 6 bilhões.
Você pode até pensar:
“Mas eu não sou empreiteira, não vendo concreto. O que eu tenho a ver com isso?”
Tudo.
Porque onde tem obra grande, tem demanda ainda maior por serviços que parecem pequenos: alimentação, segurança, limpeza, uniformes, TI, peças, transporte, consultoria, gráfica, ferramentas, material de escritório…
A lista é infinita.
💡 O segredo está em olhar para o segundo nível da licitação
A construtora que ganhar o contrato vai contratar dezenas de outras empresas para dar conta da execução. E essas empresas, por sua vez, também terceirizam.
É como um formigueiro de contratos acontecendo em paralelo.
E quem enxerga isso antes dos outros, fatura antes também.
📍Quer ver um exemplo real?
Na construção da linha do metrô da Linha 6-Laranja em SP, uma empresa pequena da zona norte começou fornecendo marmita para os operários.
Hoje ela fornece para 3 canteiros e fatura mais de R$ 200 mil por mês.
🔎 Oportunidade nem sempre está no edital, mas em quem ganhou
Você precisa monitorar não só os editais, mas também os contratos assinados.
E se posicionar para vender para quem vende para o governo.
🎯 Conclusão direta:
Você pode até não cavar túneis, mas pode muito bem vender a pá.
E isso é tão lucrativo quanto.
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