Licitação de Segurança e TI: Como a mudança no PIS/COFINS (SC 7.019/2025) decide quem ganha o pregão hoje

O Diário Oficial da União (DOU) das últimas 24 horas alterou as regras do jogo. Se você atua com monitoramento eletrônico ou TI, ignorar a nova Solução de Consulta pode significar desclassificação ou prejuízo. Entenda como ajustar seu BDI, proteger sua margem e por que sua contabilidade é a chave para vencer essa disputa.

O “Erro Invisível” na Precificação: Segurança e Facilities

Ontem, a Receita Federal publicou a Solução de Consulta nº 7.019/2025, redefinindo o “monitoramento de sistemas de segurança” como atividade de segurança privada.

O Impacto Contábil Imediato: Empresas do setor, mesmo as enquadradas no Lucro Real, passam a ter o direito de recolher PIS/COFINS pelo regime cumulativo (3,65%) e não mais pelo não-cumulativo (9,25%).

A Visão do Especialista: É aqui que a contabilidade vence a licitação antes mesmo do lance.

Cenário A: Você não atualiza sua planilha, cota impostos em 9,25% e seu preço final fica alto. Resultado: Perde para o concorrente.

Cenário B (ConectaGove): Com suporte contábil, você ajusta a alíquota para 3,65%, reduz seu preço final mantendo a margem de lucro e, se o pregoeiro questionar, apresenta a base legal (SC 7.019) preparada pelo seu contador.

Inteligência de Mercado na Cadeia de Suprimentos

O DOU de hoje (18/12) também trouxe habilitações de crédito financeiro da Lei de Informática (Lei nº 8.248/91) para grandes players como a Flextronics.

Oportunidade de Margem: Para revendas de TI que participam de licitações, isso sinaliza aumento de produção nacional com incentivos fiscais. O Governo Federal é o maior comprador de TI do país.

Ação: Acione seu departamento de compras. Negociar com fabricantes incentivados permite reduzir o custo de aquisição na fonte, garantindo lances mais agressivos no pregão sem sacrificar seu lucro.

Compliance e Risco: O Caso FEUDUC e a Lei 14.133

A intervenção do MEC na Fundação Educacional de Duque de Caxias, publicada hoje, serve de alerta. A Nova Lei de Licitações (Lei 14.133) endureceu as regras sobre integridade e gestão de riscos.

A Lição para o Licitante: A regularidade fiscal não é apenas burocracia; é sobrevivência. Participar de consórcios com empresas ou fundações em situação fiscal delicada pode contaminar seu contrato. Use a tecnologia para monitorar a “saúde” dos seus parceiros.

Conclusão: Vencer não é sorte, é Gestão Contábil

Quem leu o Diário Oficial e teve suporte contábil ágil ajustou a alíquota de 9,25% para 3,65% e ganhou competitividade hoje. Quem não leu, continua precificando errado.

Próximos Passos:

Auditoria: Revise suas planilhas de custos ativas agora.

Estratégia: Fale com nosso time contábil especializado em licitações para adequar seu regime tributário.

Vamos debater esses impactos tributários presencialmente em nossa próxima palestra dia 23/01.

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